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segunda-feira-6-julho-2026
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CCJ aprova programa para criação de espaços lúdicos em unidades de saúde

Projeto busca humanizar atendimento infantil, com baixo custo e impacto positivo no bem-estar de crianças e cuidadoresFoto: Alberto Maia

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Goiânia aprovou, nessa quarta-feira (1º), projeto de lei (PL 573/2025) que institui o Programa Municipal de Incentivo à Criação de Espaços Lúdicos em Unidades de saúde com Atendimento Pediátrico. De autoria da vereadora Aava Santiago (PSB), a matéria segue para primeira votação em Plenário.

De acordo com o texto, o programa estabelece como diretrizes o incentivo à implantação de espaços lúdicos e brinquedotecas em unidades de saúde que prestam atendimento pediátrico, especialmente nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e nos Centros de Atenção Integral à Saúde (Cais); a promoção de campanhas de arrecadação de brinquedos, livros infantis e materiais lúdicos, com participação da sociedade civil, empresas e entidades públicas e privadas; o fomento a ações educativas sobre a importância do brincar como instrumento de humanização e apoio psicossocial durante o atendimento de crianças; o incentivo a parcerias com organizações sociais, instituições de ensino e voluntários para manutenção e dinamização dos espaços; e a garantia do cumprimento das normas sanitárias e de segurança aplicáveis aos ambientes de saúde.

O texto também prevê que o programa poderá ser desenvolvido em conjunto com campanhas de utilidade pública voltadas à arrecadação de brinquedos, especialmente em datas comemorativas, como o Dia das Crianças e o Natal.

Na justificativa do projeto, a vereadora cita o artigo “A Importância do Lúdico no Contexto da Hospitalização” (Barbosa & Crahim, 2019), que aponta que o ato de brincar no ambiente hospitalar contribui para o enfrentamento do tratamento, melhora o comportamento e reduz o sofrimento de crianças e cuidadores.

Segundo a autora, a iniciativa tem baixo custo e alto impacto social, ao promover atendimento mais humanizado, valorizar a infância e estimular a integração entre poder público e sociedade civil na formulação de políticas de cuidado e acolhimento infantil.

Fonte: por Quezia de Alcântara — publicado 02/07/2026 08h00, última modificação 02/07/2026 15h48

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